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	<title>Unimama</title>
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	<description>Unimama</description>
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		<title>Vantagens e Limitações do Diagnóstico Mamográfico</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 12:44:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[1 &#8211; INTRODUÇÃO:
A mamografia é ainda hoje o melhor método de detecção precoce do câncer de mama. Nos últimos 20 anos, houve melhora significativa no modo de aquisição da imagem mamográfica através da combinação do sistema filme/écran de alto contraste,  &#8230; <a href="http://www.unimama.com.br/?p=180">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>1 &#8211; INTRODUÇÃO:</strong><br />
A mamografia é ainda hoje o melhor método de detecção precoce do câncer de mama. Nos últimos 20 anos, houve melhora significativa no modo de aquisição da imagem mamográfica através da combinação do sistema filme/écran de alto contraste, do uso de grades anti-difusoras, foco mais fino (0,1mm), que permite o uso da técnica de ampliação, assim como, também melhoria do processamento específico para mamografia. Do ponto de vista da mamografia convencional, não temos mais para onde evoluir. Como toda vida moderna caminha para a era digital, a mamografia, sem dúvida alguma, segue esta mesma trajetória, tão surpreendente como foi o inicio do desenvolvimento da mamografia analógica.</p>
<p>A mamografia digital em campo total é uma técnica radiológica de recente introdução no Brasil, sendo este o primeiro país da América Latina a iniciar o seu uso. A Clínica Radiológica Lucilo Maranhão introduziu esta tecnologia em caráter pioneiro em nosso País, em julho de 2000, cinco meses após sua aprovação pelo FDA, nos Estados Unidos. A mamografia digital em campo total, em um futuro próximo substituirá a mamografia analógica por suas vantagens clínicas, melhorando a detecção precoce e o diagnóstico radiológico do câncer de mama.</p>
<p>Vale salientar, diferenças distintas de tecnologia utilizada na mamografia computadorizada (CR – radiografia computadorizada) e na mamografia digital campo total (DR – radiografia digital).</p>
<p>Na mamografia digital, a imagem é obtida por raio-X em aparelho especialmente desenhado para este fim: o detector é individual para o equipamento e a imagem obtida é digital e não “escaneada”, como na radiografia computadorizada. Pode ser lida em monitor e impressa em filme. Permite incorporar novas tecnologias como a tomossíntese. O custo do equipamento é cerca de 3 a 4 vezes maior que a radiografia computadorizada.</p>
<p>Na mamografia computadorizada, a imagem é obtida em um aparelho de radiologia convencional e apenas o chassis tem tecnologia digital. Este chassis não tem filme, ele recebe a imagem obtida pelo raio-X convencional que depois é “escaneado” em um “scanner” apropriado, sendo então obtida uma imagem computadorizada, que pode ser lida em um monitor e impressa em filme. Pode ser utilizado para múltiplos equipamentos de radiologia em uma mesma clínica, sendo que sua qualidade depende da resolução da imagem. Para mamografia, é exigida uma alta resolução. Devido a seu múltiplo uso e por envolver tecnologia menos complexa, tem custo muito inferior ao da radiologia digital.</p>
<p>Estes dispositivos não deveriam ser apresentados como mamografia digital, apesar de que, na prática, vemos esse conceito erroneamente aplicado. Este sistema é mais adequadamente denominado de sistema CR (Computed Radiography ou Radiografia Computadorizada).</p>
<p><strong>2 – LIMITAÇÕES DA MAMOGRAFIA ANALÓGICA:</strong><br />
Dentre as principais estão: reduzida amplitude dinâmica; vulnerabilidade à sub e superexposição; imutabilidade da imagem após o processamento, tal que qualquer esclarecimento demandaria uma nova exposição; a tríplice função do filme, ao qual compete obter, exibir e armazenar a imagem, impossibilitando a otimização independente de qualquer uma destas funções.</p>
<p>São ainda limitações da mamografia analógica o processamento lento e a possibilidade de introdução de artefatos, bem como a dificuldade para a padronização da qualidade da imagem em função de uma gama enorme de combinações filme/écran/processamento possíveis. Existe ainda a probabilidade de dano ou extravio do documento diagnóstico.<br />
Estas e outras limitações da mamografia analógica tendem a ser superadas pela mamografia digital.</p>
<p><strong><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">3 – LIMITAÇÕES DA MAMOGRAFIA COMPUTADORIZADA (SISTEMA CR): </span></strong><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><br />
Nas imagens computadorizadas, o brilho e o contraste da imagem podem ser alterados, podendo esta ser arquivada e submetida a pós-processamento digital, sem acrescer qualquer informação além daquelas contidas na imagem originalmente obtida por mamografia analógica, ou seja, o poder de ampliação é significativamente inferior ao da mamografia digital em campo total. </span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><br />
<img src="http://www.radiologiaclinicadecampinas.com.br/img/fig1.jpg" alt="" width="194" height="219" /><br />
</span><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><strong>Fig. 1a </strong>- Mamografia computadorizada: Microcalcificações agrupadas. </span></p>
<p><img src="http://www.radiologiaclinicadecampinas.com.br/img/fig2.jpg" alt="" width="369" height="191" /><br />
<span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><strong>Fig. 1b</strong> &#8211; Mamografia Digital demonstrando microcalcificações agrupadas: melhor visibilização, utilizando técnica de ampliação (zoom) e inversão do contraste.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><br />
<strong>4 – A MAMOGRAFIA DIGITAL:</strong><br />
Mantendo o princípio geral da obtenção da imagem por meio do feixe de Raios-X, a mamografia digital altera substancialmente os elementos restantes da mamografia convencional.</p>
<p>Sua diferença fundamental consiste na substituição do sistema filme/écran por um detector digital. O detector atua diretamente no controle dos parâmetros radiográficos, proporcionando rapidez, simplicidade e qualidade absolutamente constantes, representando um avanço em relação à mamografia analógica.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><img src="http://www.radiologiaclinicadecampinas.com.br/img/fig3.jpg" alt="" width="193" height="245" /><br />
<strong>Fig. 2a </strong>– Mamografia Analógica &#8211; Sistema filme/écran</p>
<p><img src="http://www.radiologiaclinicadecampinas.com.br/img/fig4.jpg" alt="" width="216" height="150" /><br />
<strong>Fig. 2b</strong> – Mamografia Digital – Detector</p>
<p><img src="http://www.radiologiaclinicadecampinas.com.br/img/fig5.jpg" alt="" width="320" height="171" /><br />
<strong>Fig.3</strong> – A ampliação da escala de tons de cinza da mamografia digital exibe melhor<br />
a presença de nódulo com densidade radiolucente localizado na junção dos<br />
quadrantes laterais da mama esquerda, em relação à imagem analógica.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><br />
Tais características tornam o detector digital mais eficiente na absorção dos Raios-X do que o receptor convencional; mais eficaz do que o sistema filme/écran na conversão dos Raios-X absorvidos em luz e, conseqüentemente, gerando imagem com menor ruído do que o sistema analógico. </span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><img src="http://www.radiologiaclinicadecampinas.com.br/img/fig6.jpg" alt="" width="311" height="234" /><br />
<strong>Fig.4 – </strong>Etapas da Mamografia Digital em Campo Total.<br />
<strong>4a</strong> – Tubo de raio-x (Rh/Mo). <strong>4b </strong>– Detector Digital. <strong>4c</strong> – Estação de aquisição.<br />
<strong>4d</strong> – Estação de revisão. <strong>4e</strong> – Impressora à laser (Dry view).</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><br />
Alguns fundamentos não sofrem modificações de um sistema para o outro, como o posicionamento da paciente, a compressão da mama e o disparo dos Raios-X.</p>
<p>A imagem obtida no monitor da estação de aquisição é disponibilizada 10 segundos após a sua exposição, permitindo a verificação imediata da qualidade, do posicionamento, tornando desnecessário que a paciente espere pelo processamento e retorne à sala de exame para repetição de alguma incidência com qualidade insatisfatória, o que, de certo modo, pode gerar ansiedade. Há uma importante redução no tempo de realização do exame, sendo a paciente automaticamente liberada pelo radiologista dentro da própria sala de exame. </span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><img src="http://www.radiologiaclinicadecampinas.com.br/img/fig7.jpg" alt="" width="269" height="201" /><br />
<strong>Fig. 5 – </strong>Estação de Aquisição. À direita, o monitor exibindo<br />
a imagem mamográfica durante o exame.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><br />
As imagens geradas na estação de aquisição são transferidas eletronicamente para a estação de revisão, para serem interpretadas pelo médico radiologista.</p>
<p>A estação de revisão é constituída por dois monitores de alta resolução, pareados, com teclado específico, permitindo revisão personalizada de cada exame, uso de algoritmo para compensação da espessura da mama, ajustes de contraste e brilho, inversão negativo/positivo, utilização de lente eletrônica de aumento, anotações, gráficos e medidas.</span></p>
<p><img src="http://www.radiologiaclinicadecampinas.com.br/img/fig8.jpg" alt="" width="311" height="181" /><br />
<span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><strong>Fig.6 –</strong> Estação de Revisão. </span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><br />
Em seguida, as imagens podem ser impressas em processadora específica a laser ou eletronicamente transferidas para um arquivo no computador do próprio serviço, gravadas em cd-rom (que tem vida útil superior ao filme), enviadas via internet ou intranet.</p>
<p>Como a imagem não é captada em filme, a processadora e os químicos são eliminados, reduzindo-se os artefatos da imagem e o custo operacional.</p>
<p>Em 2004, foi introduzido nos equipamentos digitais um software chamado Premium View, que consiste em um sistema de controle automatizado de qualidade, que promove ajuste automático do brilho e contraste da imagem, de acordo com a espessura, densidade e composição mamária, permitindo melhor identificação de lesões.</p>
<p><strong>5 – VANTAGENS DA MAMOGRAFIA DIGITAL:</strong><br />
O processamento da imagem digital possibilita a exibição detalhada da mama em toda a sua extensão, desde a linha de pele até a parede torácica, sem haver perda de contraste e definição. Este recurso é denominado equalização dos tecidos.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><strong>MAMOGRAFIA DIGITAL EM CAMPO TOTAL<br />
EQUALIZAÇÃO DE TECIDOS</strong></p>
<p><img src="http://www.radiologiaclinicadecampinas.com.br/img/fig9.jpg" alt="" width="337" height="225" /><br />
<strong>Fig. 7a</strong> – Imagem original, sem processamento.<br />
<strong>Fig. 7b </strong>– Imagem Processada. </span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><br />
Em resumo, as principais vantagens da mamografia digital são: quantidade significativamente maior de informação por imagem; eliminação do sistema filme/écran e dos respectivos custos com o processamento; obtenção da imagem em tempo quase real – 10s após a exposição; manipulação da imagem por meio de inversão, zoom e lente eletrônica, havendo diminuição da necessidade de repetição de alguma incidência, levando, conseqüentemente, a uma redução da dose de radiação e do desconforto para a paciente em decorrência de uma nova compressão da mama. A mamografia digital permite ainda o arquivamento eletrônico das imagens.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><strong>MAMOGRAFIA DIGITAL EM CAMPO TOTAL: IMAGENS</strong></p>
<p><img src="http://www.radiologiaclinicadecampinas.com.br/img/fig10.jpg" alt="" width="548" height="258" /><br />
<strong>Fig.8 –</strong> Manipulação de brilho e contraste da imagem: incidência OML<br />
da mama direita (única exposição).</p>
<p><img src="http://www.radiologiaclinicadecampinas.com.br/img/fig11.jpg" alt="" width="400" height="223" /><br />
<strong>8a –</strong> Imagem ampliada. Microcalcificações.<br />
<strong>8b –</strong> Imagem ampliada e invertida. </span><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"></p>
<p><img src="http://www.radiologiaclinicadecampinas.com.br/img/fig12.jpg" alt="" width="343" height="202" /><br />
<strong>Fig.9 –</strong> Incidência OML direita ampliada e ampliada/invertida com utilização da lente<br />
eletrônica, permitindo melhor definição das microcalcificações presentes.<br />
AP: Carcinoma intraductal (carcinoma in-situ).</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><br />
<strong>6 &#8211; ESTUDOS RECENTES:</strong><br />
Apesar das aparentes diferenças entre os métodos de diagnóstico, estudos prévios não encontraram aumento da acurácia da mamografia digital em comparação com a mamografia analógica, no diagnóstico precoce do câncer de mama.</p>
<p>O maior e mais atual estudo multicêntrico já realizado para rastreamento com mamografia digital, numa população assintomática, é o Digital Mammographic Imaging Screening Trial (DMIST). Este estudo foi conduzido pelo American College of Radiology Imaging Network (ACRIN).</p>
<p>A mamografia digital é algo hoje tão importante que o Governo americano investiu mais de 26 milhões de dólares no DMIST.</p>
<p>O DMIST teve início em outubro de 2001. O propósito primário desse trabalho foi avaliar a acurácia diagnóstica da mamografia digital em comparação com a mamografia convencional, em mulheres assintomáticas, para mamografia de rastreamento. Durante um período de dois anos, 49.528 mulheres foram recrutadas para mamografia de screening, em 33 estados dos Estados Unidos e Canadá. Todas as pacientes foram submetidas à mamografia digital e analógica em ordem randômica. Os dois métodos foram interpretados independentemente por dois radiologistas.</p>
<p>O DMIST é um estudo importante porque permitiu estimar com maior precisão a sensibilidade e especificidade da mamografia digital em campo total em relação à mamografia convencional, devido ao grande número de mulheres participantes, fornecendo mais informações do desempenho dos sistemas para lesões especificas (calcificações e nódulos).</p>
<p>Os resultados iniciais deste estudo foram apresentados em setembro de 2005 e demonstraram que, na população inteira estudada, a acurácia diagnóstica da mamografia digital e analógica foi similar, contudo, a acurácia da mamografia digital foi significativamente maior nas mulheres abaixo da idade de 50 anos, com mamas heterogeneamente densas ou extremamente densas, e nas mulheres na pré e perimenopausa. Não houve diferença estatisticamente significativa entre a mamografia digital e o filme mamográfico convencional entre mulheres com 50 anos ou mais, mulheres com mamas lipossubstituidas ou com densidades fibroglandulares dispersas, e em pós-menopausadas.</p>
<p>Pode-se afirmar que a maior contribuição deste estudo foi demonstrar a superioridade da mamografia digital em relação às mamas densas, que constituem, até hoje, um fator limitante na detecção de lesões mamárias. </span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><strong>7 &#8211; APLICAÇÕES FUTURAS</strong><br />
Além das vantagens imediatas já observadas, a mamografia digital em campo total abre um leque de novas perspectivas para o futuro. A tecnologia digital segue avançada e, futuramente, existe a possibilidade de utilização do meio de contraste, que, à semelhança da Ressonância Magnética, impregna lesões tumorais devido à neoangiogênese.</p>
<p>Outra aplicação da mamografia digital é o CAD (Detecção Auxiliada por Computador). Os programas de CAD foram elaborados para fornecer rápidos comandos visuais indicativos, para que o radiologista interprete com mais atenção áreas especificas da imagem.</p>
<p>“Câncer perdido” é definido como aquele em que a biópsia provou haver câncer em paciente assintomática, com rastreamento mamográfico prévio negativo, mas com câncer julgado visível retrospectivamente. Estudos sugerem que o decréscimo do número de cânceres perdidos ocorre com o uso de métodos de treinamento, experiência, educação continuada, dupla leitura, avaliação retrospectiva de casos perdidos e sistemas de CAD.</p>
<p>A eficiência do programa de CAD analisando diretamente as imagens de mamografia digital em campo total mostrou-se superior a obtida na análise pelo CAD de imagens secundariamente digitalizadas, resultando em 81% de detecção dos casos de microcalcificações e 81% dos nódulos.</p>
<p>A tomossíntese digital consiste em uma série de imagens reconstruídas eletronicamente permitindo a caracterização de diferentes planos seccionais da mama, com cortes de poucos milímetros de espessura. A dose total de radiação é comparável à dose de uma única incidência mamográfica. Pode-se então ter uma reconstrução 3D da imagem. Isso possivelmente deverá melhorar a habilidade de detectar tumores que atualmente não são vistos à superposição do parênquima adjacente.</p>
<p>Outra aplicação avançada da mamografia digital é a tele-mamografia, que permite a possibilidade de criação de um centro de especialistas, que poderiam receber imagens de vários serviços para avaliação, possibilitando o tele-diagnóstico.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><strong>8 &#8211; CONCLUSÃO</strong><br />
Assim como a literatura, nós acreditamos que houve uma significativa melhora na acurácia da detecção precoce do câncer de mama em determinadas populações (pacientes abaixo de 50 anos e/ ou pacientes portadoras de mamas densas), justificando o uso da mamografia digital. A diversidade de recursos disponibilizados pelo sistema digital tem melhorado a percepção, além de facilitar a caracterização das lesões mamárias.</p>
<p>O maior obstáculo para a mais rápida difusão desta tecnologia permanece sendo o alto custo para aquisição e manutenção do equipamento.</p>
<p>Vale salientar, que, independente do método de escolha, é importante oferecer à paciente uma imagem de excelente qualidade, para um perfeito diagnóstico.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><strong>Dra. Norma Maranhão</strong><br />
Doutora em Radiologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.<br />
Ex-Presidente da Sociedade de Radiologia de Pernambuco<br />
Coordenadora da Comissão de Mamografia do Colégio Brasileiro de Radiologia<br />
Diretora da Clínica Lucilo Maranhão.</span></p>
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		<item>
		<title>Mamotomia – Uma técnica para diagnostico precoce do Câncer de Mama</title>
		<link>http://www.unimama.com.br/?p=153</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 13:47:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A maior divulgação da prevenção do câncer de mama, o aumento de  oferta de exames de triagem e o avanço tecnológico da mamografia e da  ultrassonografia, provocaram o aumento do diagnostico precoce de lesões  mamarias, assim permitiu  &#8230; <a href="http://www.unimama.com.br/?p=153">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A maior divulgação da prevenção do câncer de mama, o aumento de  oferta de exames de triagem e o avanço tecnológico da mamografia e da  ultrassonografia, provocaram o aumento do diagnostico precoce de lesões  mamarias, assim permitiu que lesões muito pequenas e que não podem ser  percebidas no auto-exame das mamas fossem visualizadas. Como as lesões  visualizadas precisam ser investigadas, porque podem ser benignas ou  malignas, houve o aumento das indicações de biópsia mamária.</p>
<p>A biópsia é o termo médico que significa retirar um pedaço do tecido  mamário para que ele seja submetido ao exame histopatológico. Há quatro  técnicas diferentes para retirada do tecido mamário, para biópsia. A  primeira consiste em introduzir uma agulha fina na mama na posição da  lesão que foi anteriormente visualizada por ultrassonografia ou  mamografia, com a qual se obtém um pedacinho de tecido, essa técnica é  denominada biópsia percutânea (porque a agulha atravessa a pele íntegra)  com agulha fina, também representada pela sigla PAAF. Como a ponta da  agulha é cortante, o tecido fica retido no interior da agulha e pode ser  usado para o exame histopatológico.</p>
<p>A segunda técnica é denominada “core biopsy” ou biópsia com agulha  grossa e é semelhante à primeira, mas usa agulha de maior calibre.  Enquanto na PAAF são aspiradas células ou pequeninos pedaços de tecido  na “core biopsy”, podem ser obtidos pedaços maiores do tecido mamário o  que aumenta a possibilidade de diagnostico de uma lesão. No entanto, nas  duas técnicas são necessárias diversas inserções da agulha para que o  tecido contido em seu interior seja retirado e uma nova amostra possa  ser obtida.</p>
<p>Para reduzir a necessidade de inserir a agulha na mama e retirar  diversas vezes durante a biópsia, foi desenvolvida uma terceira técnica –  a mamotomia, que consiste em introduzir uma agulha mais grossa na mama,  acoplada a um aparelho (o mamótomo), que aspira o tecido a ser  biopsiado. Essa técnica permite a coleta de diversas amostras, sem a  necessidade de reinserção da agulha a cada excisão, por processo  minimamente invasivo, com aquisição de maior volume de tecido e, muitas  vezes, com retirada de toda a lesão pela possibilidade de biopsiar a  lesão em diferentes planos anatômicos. Nesses casos, a mamotomia se  caracteriza também como processo terapêutico minimamente invasivo.</p>
<p>A quarta técnica consiste em abrir cirurgicamente o tecido mamário,  para expor a porção da mama em que foi localizada a lesão (por  ultrassonografia ou mamografia).</p>
<p>Como as biópsias por PAAF, “core biopsy” ou mamotomia são  percutâneas, recebem a dnominação de procedimento minimamente invasivos.  A recomendação do emprego de biópsia percutânea busca evitar biópsia  cirúrgica de lesões benignas, expor o paciente a riscos perioperatórios,  formação de cicatrizes, que promovem alteração da arquitetura mamária e  podem dificultar diagnósticos futuros. Além disso, a biópsia permite o  planejamento do acesso cirúrgico e da terapêutica, quando necessários,  nos casos de lesões malignas.</p>
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		<title>Mamotomia – Uma técnica para diagnostico precoce do Câncer de Mama</title>
		<link>http://www.unimama.com.br/?p=148</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 14:08:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[A maior divulgação da prevenção do câncer de mama, o aumento de oferta de exames de triagem e o avanço tecnológico da mamografia e da ultrassonografia, provocaram o aumento do diagnostico precoce de lesões mamarias, assim permitiu que lesões muito  &#8230; <a href="http://www.unimama.com.br/?p=148">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A maior divulgação da prevenção do câncer de mama, o aumento de oferta de exames de triagem e o avanço tecnológico da mamografia e da ultrassonografia, provocaram o aumento do diagnostico precoce de lesões mamarias, assim permitiu que lesões muito pequenas e que não podem ser percebidas no auto-exame das mamas fossem visualizadas. Como as lesões visualizadas precisam ser investigadas, porque podem ser benignas ou malignas, houve o aumento das indicações de biópsia mamária.</p>
<p>A biópsia é o termo médico que significa retirar um pedaço do tecido mamário para que ele seja submetido ao exame histopatológico. Há quatro técnicas diferentes para retirada do tecido mamário, para biópsia. A primeira consiste em introduzir uma agulha fina na mama na posição da lesão que foi anteriormente visualizada por ultrassonografia ou mamografia, com a qual se obtém um pedacinho de tecido, essa técnica é denominada biópsia percutânea (porque a agulha atravessa a pele íntegra) com agulha fina, também representada pela sigla PAAF. Como a ponta da agulha é cortante, o tecido fica retido no interior da agulha e pode ser usado para o exame histopatológico.</p>
<p>A segunda técnica é denominada “core biopsy” ou biópsia com agulha grossa e é semelhante à primeira, mas usa agulha de maior calibre. Enquanto na PAAF são aspiradas células ou pequeninos pedaços de tecido na “core biopsy”, podem ser obtidos pedaços maiores do tecido mamário o que aumenta a possibilidade de diagnostico de uma lesão. No entanto, nas duas técnicas são necessárias diversas inserções da agulha para que o tecido contido em seu interior seja retirado e uma nova amostra possa ser obtida.</p>
<p>Para reduzir a necessidade de inserir a agulha na mama e retirar diversas vezes durante a biópsia, foi desenvolvida uma terceira técnica – a mamotomia, que consiste em introduzir uma agulha mais grossa na mama, acoplada a um aparelho (o mamótomo), que aspira o tecido a ser biopsiado. Essa técnica permite a coleta de diversas amostras, sem a necessidade de reinserção da agulha a cada excisão, por processo minimamente invasivo, com aquisição de maior volume de tecido e, muitas vezes, com retirada de toda a lesão pela possibilidade de biopsiar a lesão em diferentes planos anatômicos. Nesses casos, a mamotomia se caracteriza também como processo terapêutico minimamente invasivo.</p>
<p>A quarta técnica consiste em abrir cirurgicamente o tecido mamário, para expor a porção da mama em que foi localizada a lesão (por ultrassonografia ou mamografia).</p>
<p>Como as biópsias por PAAF, “core biopsy” ou mamotomia são percutâneas, recebem a dnominação de procedimento minimamente invasivos. A recomendação do emprego de biópsia percutânea busca evitar biópsia cirúrgica de lesões benignas, expor o paciente a riscos perioperatórios, formação de cicatrizes, que promovem alteração da arquitetura mamária e podem dificultar diagnósticos futuros. Além disso, a biópsia permite o planejamento do acesso cirúrgico e da terapêutica, quando necessários, nos casos de lesões malignas.</p>
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		<title>Passeio virtual Unimama</title>
		<link>http://www.unimama.com.br/?p=34</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 01:54:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<title>Os tipos de câncer de mama</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 01:30:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O câncer de mama ocorre quando as células deste órgão passam a se dividir e se reproduzir muito rápido e de forma desordenada. A maioria dos cânceres de mama acomete as células dos ductos das mamas. Por isso, o câncer  &#8230; <a href="http://www.unimama.com.br/?p=29">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-medium wp-image-30 alignleft" title="Prevenção do Cancer de Mama" src="http://www.unimama.com.br/wp-content/uploads/2010/07/logo_cancer_de_mama_um-300x252.jpg" alt="Prevenção do Cancer de Mama" width="300" height="252" />O câncer de mama ocorre quando as células deste órgão passam a se dividir e se reproduzir muito rápido e de forma desordenada. A maioria dos cânceres de mama acomete as células dos ductos das mamas. Por isso, o câncer de mama mais comum se chama Carcinoma Ductal. Ele pode ser in situ, quando não passa das primeiras camadas de célula destes ductos, ou invasor, quando invade os tecidos em volta. Os cânceres que começam nos lóbulos da mama são chamados de Carcinoma Lobular e são menos comuns que o primeiro. Este tipo de câncer muito freqüentemente acomete as duas mamas. O Carcinoma Inflamatório de mama é um câncer mais raro e normalmente se apresenta de forma agressiva, comprometendo toda a mama, deixando-a vermelha, inchada e quente.</p>
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		<title>Detecção precoce do câncer de mama</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 01:19:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O exame de palpação realizado pelo médico e a  mamografia são os exames realizados para uma detecção precoce desse tipo  de câncer.
Como  o médico faz esse exame?
O exame mais fácil de se realizar para se  detectar  &#8230; <a href="http://www.unimama.com.br/?p=25">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O exame de palpação realizado pelo médico e a  mamografia são os exames realizados para uma detecção precoce desse tipo  de câncer.</p>
<p>Como  o médico faz esse exame?</p>
<p>O exame mais fácil de se realizar para se  detectar uma alteração da mama é o exame de palpação. Neste exame o  médico palpa toda a mama, a região da axila e a parte superior do tronco  em busca de algum nódulo ou alteração da pele, como retração ou  endurecimento, e de alguma alteração no mamilo.</p>
<p>A mamografia é um Raio X das mamas e das  porções das axilas mais próximas das mamas. Nesse exame, o radiologista  procura imagens sugestivas de alterações do tecido mamário e dos  gânglios da axila. A ecografia das mamas pode auxiliar o radiologista a  definir que tipo de alterações são essas.</p>
<p>Esses exames, quando realizados anualmente ou  mais freqüentemente, dependendo da história individual da paciente  (presença de fatores de risco ou história de tumores e biópsias  prévias), pode diminuir a mortalidade por esse tipo de tumor, quando  realizados entre os 50 e os 69 anos.</p>
<p>Porém, este tipo de tumor tem características  diferentes para populações diferentes. Isto altera o quanto a mamografia  é eficaz em diminuir a mortalidade por este tipo de tumor.</p>
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		<title>Cuide da sua saúde com 10 atitudes</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 00:49:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sempre é  tempo de refletir e aproveitar para mudar aspectos de nossa vida, que  nos prejudicam ou que não nos deixam progredir. Aproveite para adotar  hábitos que melhorem sua saúde e que, consequentemente, ajudarão a levar   &#8230; <a href="http://www.unimama.com.br/?p=17">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre é  tempo de refletir e aproveitar para mudar aspectos de nossa vida, que  nos prejudicam ou que não nos deixam progredir. Aproveite para adotar  hábitos que melhorem sua saúde e que, consequentemente, ajudarão a levar  a sua vida melhor e fazer com que você fique mais disposto (a).</p>
<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS), garante que bastaria manter uma  dieta saudável, um peso normal e uma atividade fisica regular ao longo  da vida para prevenir um terço (1/3) dos casos de câncer. No outro lado  da moeda, uma dieta inadequada, uma vida sedentária e o hábito de fumar  causam até 80% das doenças cardíacas prematuras.</p>
<p>Para melhorar e modificar alguns hábitos de sua vida veja logo abaixo  algumas dicas:</p>
<p><strong>1) Mantenha uma alimentação saudável e equilibrada:</strong></p>
<p>Uma alimentação saudável é responsável pela prevenção de várias doenças e  pelo fortalecimento do sistema imunológico, por isso, se sua  alimentação não está adequada ela pode desencadear doenças como a  obesidade, doenças cardiovasculares, hipertensão, diabetes, alterações  ósseas e articulares e até alguns tipos de câncer, entre eles o de  estômago.</p>
<p>Além disso, uma má alimentação também pode propiciar a fadiga, baixa do  sistema imunológico e até desencadear uma depressão.</p>
<p>O ideal é manter uma alimentação equilibrada, incluindo no seu cardápio  cereais, verduras, frutas, legumes, peixes, azeite de oliva&#8230; entre  outros considerados saudáveis, além de reduzir o consumo de gorduras  saturadas, açúcares, enlatados &#8230; Não esquecendo de beber muita água,  sempre.</p>
<p><strong>2) Exercite sua mente e sua memória:</strong></p>
<p>A mente é um músculo que se não for exercitado, atrofia. Diversos  estudos asseguram que pessoas que desempenham atividades que exigem um  esforço intelectual, conservam maior vitalidade mental ao envelhecer.  Portanto aproveitem para ler muito, pois este é um excelente estímulo  para sua mente. Jogos de mesa que ajudam a pensar em uma estratégia  também servem como estímulo. Atividades artísticas como pintar, tocar  algum instrumento musical, cantar, também trabalham o intelecto e  estimulam o senso psicomotor, importante para o bom funcionamento  mental. Não abuse da televisão pois não requer nenhum esforço  intelectual e em excesso atrofia a mente.</p>
<p><strong>3) Não permita que o estresse invada sua vida:</strong></p>
<p>O estresse é um mecanismo de defesa natural do organismo ante um  estímulo. Uma sensação que se segue durante muito tempo e não existe um  motivo real que desencadeie, e quando isso acontece, pode afetar  seriamente a saúde de uma pessoa. Suas consequências podem ser: fadiga,  insônia, nervosismo, ansiedade, angústia, dores na coluna e nuca,  situações de brigas e confusões, entre outras.</p>
<p>Para evitar que nos afete a vida cotidiana:</p>
<p>· Durma o suficiente para um bom descanso físico e principalmente  mental, de 7 a 8 horas é o suficiente.</p>
<p>· Respire profundamente sempre que puder. Faça inspirações e expirações  profundas, principalmente quando estiver nervoso.</p>
<p>· Trate de relaxar a mente e evitar pensamentos negativos. Técnicas de  meditação e yoga ajudam muito.</p>
<p>· Presentei-se com massagens ou banhos relaxantes.</p>
<p>· Cultive mais suas relações sociais, culturais, e familiares.</p>
<p>· Não deixe de fazer as atividades que lhe são prazerozas. Como praticar  um esporte, jantar com os amigos, ir ao cinema, ou qualquer coisa que  te proporcione uma sensação de muito prazer.</p>
<p><strong>4) Beba mais água:</strong></p>
<p>O corpo precisa manter-se sempre hidratado. Além do mais, a água ajuda  eliminar as toxinas acumuladas e melhora a função renal. O ideal é beber  de 2 a 3 litros diários. Por isso mantenha sempre por perto uma garrafa  de água. Isso ajudará a manter o hábito.</p>
<p><strong>5) Abandone o hábito de fumar:</strong></p>
<p>Deixar o tabaco não é fácil porque implica em uma dependência física  (nicotina), e psíquica (o vício). Mas lembre-se que este é um mal que  pode provocar doenças respiratórias, envelhecimento precoce, e até o  câncer. Diminuir aos poucos o cigarro não dá muito certo, porque ao  primeiro sinal de ansiedade a quantidade aumenta. O ideal seria que  deixasse de fumar por completo, e substituísse o vício por uma atividade  mais saudável, como a prática de um esporte, por exemplo.</p>
<p><strong>6) Crie um ambiente saudável ao seu redor:</strong></p>
<p>Nossa casa pode ser uma boa fonte de saúde. Crie um ambiente acolhedor,  confortável e que se sinta bem. Mantenha sempre um clima saudável entre  os familiares e amigos. Transforme sua casa em um delicioso lar. No  ambiente de trabalho faça a mesma coisa. Construa relacionamentos  saudáveis. Manter boas relações com os amigos, companheiros de trabalho,  e família é essencial para o bem estar pessoal.</p>
<p><strong>7) Mantenha sob controle sua pressão arterial e colesterol.</strong></p>
<p>Segundo estudos recentes, reduzir o consumo de sal e álcool, realizar  exercício físico e tentar ficar longe das situações de stress, ajudam a  manter o níveis de pressão ótimos. Os benefícios são ainda maiores, se  aumentar o consumo de frutas e verduras e reduzir gorduras saturadas da  alimentação. Uma ótima pressão (em geral) é considerada 120/80mmHg  (popularmente 12/8 (doze por oito) . Atingindo 140/90mmHg é bom ficar  atento ou procurar um médico pois pode indicar algum sinal de  hipertensão. Devemos ficar realmente muito atentos com a dieta, para que  consigamos manter os níveis de colesterol ideais. Aproveite o início de  cada mês e procure um médico para fazer os exames necessários que  possam indicar os níveis de colesterol bom ( HDL) e o mal (LDL). Assim  será muito mais fácil controlar, e saber o que deve ser mudado em seus  hábitos alimentares.</p>
<p><strong>8) Exercite-se para ter um corpo saudável:</strong></p>
<p>Exercícios físicos são fundamentais para uma vida saudável. Entre seus  múltiplos benefícios estão: o fortalecimento do sistema imunológico, a  melhora da flexibilidade, reduzindo o risco de lesões, melhor  resistência do sistema cardiovascular, boa oxigenação pulmonar e  cerebral entre outros. A prática regular dos exercícios físicos, além de  aumentar a auto estima, o bom humor e ajudar até a dormir melhor,  provoca uma deliciosa sensação de bem estar físico e mental, graças a  liberação do hormônio endorfina, responsável por essas sensações.  Segundo médicos e estudiosos, basta uma hora por dia de caminhada  ininterrupta para que você se torne uma pessoa muito mais saudável.  Presentei-se&#8230; Procure um profissional qualificado para iniciar seus  exercícios.</p>
<p><strong>9) Aconteca o que acontecer SORRIA!!!!</strong></p>
<p>O riso não é só uma manifestação de alegria, e sim uma das melhores  ferramentas e a mais natural para melhorar nossa saúde.Cerca de 400  músculos se movimentam quando sorrimos.O riso fortalece o sistema  imunológico sendo que provoca uma resposta cerebral que estimula a  produção de neurotransmissores como a serotonina. Esta, regula a  sensibilidade a dor, os estados depressivos, e a ansiedade. Também  aumenta a capacidade pulmonar melhorando a oxigenação. Já que nos causa  somente boas sensações então: SORRIA!!!!!!</p>
<p><strong>10) Descubra o prazer nas coisas simples:</strong></p>
<p>Curta os finais de semana com família, amigos, ou até sozinho&#8230; mas  curta&#8230; Observe a natureza, os animais, o pôr do sol, a lua.</p>
<p>Viaje nos finais de semana, vá à praia, corra no parque ou apenas pare  para ler um livro&#8230; É muito importante ter esse tempo de “DOLCE FAR  NIENTE”. O ideal seria 1 hora por dia de simplesmente fazer o que mais  gosta&#8230; Um esporte&#8230; ler um livro&#8230; ouvir música&#8230; falar com  amigos&#8230; curtir a família&#8230; enfim&#8230; Se sentir bem e FELIZ!</p>
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		<title>Peso saudável contribui para longevidade, diz estudo</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 00:39:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Manter um peso saudável pode ajudar as  pessoas a terem uma vida mais  longa ao limitar a exposição do cérebro a  insulina, de acordo com  cientistas nos Estados Unidos.
Um  estudo com ratos de laboratório descobriu  &#8230; <a href="http://www.unimama.com.br/?p=12">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Manter um peso saudável pode ajudar as  pessoas a terem uma vida mais  longa ao limitar a exposição do cérebro a  insulina, de acordo com  cientistas nos Estados Unidos.</p>
<p>Um  estudo com ratos de laboratório descobriu que a redução dos  sinais de  insulina dentro das células do cérebro aumenta a longevidade.</p>
<p>Em  artigo na revista Science, os pesquisadores disseram que adotar  estilo  de vida e peso saudáveis leva a uma redução dos níveis de  insulina em  seres humanos e pode ter o mesmo efeito.</p>
<p>Segundo especialistas, se  isto for comprovado, a insulina será  apenas um dos muitos fatores, tais  como genes, que influenciam a  longevidade.<br />
Proteína IS2</p>
<p>Pesquisas  anteriores em moscas de frutas e parasitas intestinais  sugeriram que  reduzir a atividade do hormônio insulina, que regula os  níveis de açúcar  no sangue, pode aumentar a longevidade.</p>
<p>O mais recente estudo  examinou os efeitos de uma proteína, IS2, que  transmite os sinais da  insulina até o cérebro. atos que tinham a metade  da proteína tiveram  vida 18% mais longa do que os ratos normais.</p>
<p>Apesar de ter peso  excessivo e altos níveis de insulina, os ratos  tinham maior atividade  quando ficavam mais velhos, e seu metabolismo de  glicose faz lembrar o  de ratos mais jovens.</p>
<p>Os pesquisadores disseram que os  ratos geneticamente modificados  viviam mais tempo porque doenças letais,  como câncer e problemas  cardiovasculares,  estão ocorrendo mais tarde por causa da redução do  sinal de insulina no  cérebro, embora os níveis de insulina em  circulação sejam altos.</p>
<p>Segundo  eles, no futuro, pode ser possível formular drogas que  reduzam a  atividade do IS2 para reproduzir o mesmo efeito, embora eles  tenham que  ser específicos para o cérebro.<br />
Problema de peso</p>
<p>O  chefe do estudo, Morris White, do Instituto Médico Howard Hughes,  em  Boston, disse que a forma mais simples de encorajar a longevidade é   limitar os níveis de insulina fazendo exercícios e adotando uma dieta   alimentar saudável.</p>
<p>White disse que a descoberta apresenta “um  mecanismo para o que a  sua mãe lhe disse quando você estava crescendo –  tenha uma boa dieta e  faça exercício, para se manter saudável”. “Dieta,  exercício e peso  baixo ajuda os tecidos periféricos sensíveis a  insulina.”</p>
<p>“Isto reduz a quantidade e a duração da secreção de  insulina  necessária para manter a sua glicose sob controle quando você  come.”  “Assim, o cérebro é exposto a menos insulina.”</p>
<p>A equipe de  pesquisadores agora planeja examinar a possibilidade de  ligações entre  os sinais de IS2 e a demência. A demência estaria  associada à obesidade e  a altos níveis de insulina, de acordo com  trabalhos científicos  anteriores.</p>
<p>Matt Hunt, da organização britânica Diabetes UK,  disse: “Este é um  estudo interessante pois o trabalho feito com ratos  pode sugerir que  insulina desempenha um papel no processo de  envelhecimento.”</p>
<p>“Apesar disso, nós estamos examinando várias  interações extremamente  complexas de genes no cérebro e esta pesquisa  não explicou ainda como  este mecanismo pode estar funcionando.”</p>
<p>Hunt  disse que a longevidade dos seres humanos vem aumentando,  apesar da  crescente incidência de obesidade e diabete sugerir que os  níveis de  insulina no cérebro podem ser apenas um de muitos fatores  envolvidos.  “Nós saudamos o fato de que este estudo apóia nossa  principal mensage,  da importância de ter um estilo de vida saudável.”</p>
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		<title>Olá, Unimama!</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Jul 2010 15:44:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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